CPC 02 - MINUTA M1

CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações


 

 

 

CPC_10(R1)


 

 

 

 

 

 

 

Objetivo

 

 

1.      O objetivo do presente Pronunciamento é estabelecer procedimentos para reconhecimento e divulgação, nas demonstrações contábeis, das transações com pagamento baseado em ações realizadas pela entidade. Especificamente, exige-se que os efeitos das transações com pagamento baseado em ões estejam refletidos no resultado e no balanço patrimonial da entidade, incluindo despesas associadas com transões por meio das quais opções de ões são outorgadas a empregados.

 

Alcance

 

2.     A entidade deve aplicar este Pronunciamento para contabilizar todas as transações com pagamento baseado em ações, incluindo:

 

(a)  transações com pagamento baseado em ões liquidadas pela entrega de instrumentos patrimoniais;

 

(b)  transações com pagamento baseado em ações liquidadas em caixa; e

 

(c)  transações por meio das quais a entidade recebe ou adquire produtos e serviços e cujos termos do acordo conferem à entidade ou ao fornecedor desses produtos ou serviços a liberdade de escolha da forma de liquidação da transação, a qual pode ser em caixa (ou outros ativos) ou mediante a emissão de instrumentos patrimoniais,

 

exceto conforme indicado nos itens 3A a 6. Na ausência de produtos ou serviços especificadamente identifiveis, outras circunstâncias podem indicar que os produtos ou serviços tenham sido (ou serão) recebidos, caso em que este Pronunciamento Técnico deve ser aplicado.

 

3.      (Eliminado).

 

3A.   Uma transação com pagamento baseado em ões pode ser liquidada por outra entidade do grupo (ou por acionista de qualquer entidade do grupo) no interesse da entidade que recebe ou adquire produtos ou serviços. O item 2 deve ser aplicado à entidade que:

 

(a)  recebe produtos ou serviços quando outra entidade do mesmo grupo (ou acionista de


 

 

qualquer  outra  entidade  do  grupo)  tem  a  obrigação  de  liquidar  a  transação  com pagamento baseado em ações; ou

 

(b)  tem a obrigação de liquidar a transação com pagamento baseado em ões quando outra entidade do mesmo grupo recebe os produtos ou serviços,

 

a menos que a transação seja claramente voltada a qualquer outro propósito que não seja o pagamento de produtos ou serviços fornecidos à entidade que os recebe.

 

4.      Para o propósito deste Pronunciamento Técnico, a transação envolvendo empregado (ou outra parte) enquanto detentor de instrumento patrimonial da entidade não constitui transação com pagamento baseado em ação. Por exemplo, se a entidade outorga a todos os detentores de uma classe específica de instrumentos patrimoniais o direito de adquirir instrumentos patrimoniais adicionais da entidade a um preço que é menor do que o valor justo desses instrumentos patrimoniais, e um empregado recebe tal direito por ser detentor dessa classe específica de instrumentos patrimoniais, a concessão ou exercício desse direito não estão sujeitos às exigências do presente Pronunciamento.

 

5.      Conforme o disposto no item 2, este Pronunciamento deve ser aplicado às transões com pagamento baseado em ações por meio das quais produtos ou serviços são adquiridos por uma entidade. Os produtos incluem estoques, materiais de consumo, itens do imobilizado, ativos intangíveis ou outros ativos não financeiros. Contudo, a entidade não deve aplicar este Pronunciamento às transões por meio das quais a entidade adquire produtos que integram os ativos líquidos adquiridos em operação de combinação de negócios, conforme definido no Pronunciamento Técnico CPC 15 - Combinação de Negócios, em combinação de entidades ou negócios sob o mesmo controle, conforme descrito nos itens B1 a B4 do Pronunciamento Técnico CPC 15, ou quando da contribuição de negócio na formação de empreendimento controlado em conjunto, conforme definido no Pronunciamento Técnico CPC 19 - Investimento  em  Empreendimento  Controlado  em  Conjunto  (Joint  Venture).  Assim,  a emissão de instrumento patrimonial em combinação de negócios para efetivar a obtenção do controle de outra entidade não está dentro do alcance deste Pronunciamento Técnico. Apesar disso, os instrumentos patrimoniais outorgados aos empregados da entidade adquirida (em retorno pela continuidade dos serviços prestados) é uma transação que está dentro do alcance deste Pronunciamento. Similarmente, o cancelamento, a substituição ou outra modificação dos acordos com pagamento baseado em ações em decorrência de combinação de negócios ou outra reestruturação socieria devem ser contabilizados de acordo com este Pronunciamento Técnico.  O  Pronunciamento  Técnico  CPC  15   orientação  para  se  determinar  se instrumentos patrimoniais emitidos em combinação de negócios são parte do montante transferido para a obtenção do controle da adquirida (estando portanto dentro do alcance do Pronunciamento Técnico CPC 15) ou se representam um retorno pela continuidade na prestação de serviços para o período s-combinação (estando portanto dentro do alcance deste Pronunciamento Técnico CPC 10).

 

5.      Conforme o disposto no item 2, este Pronunciamento Técnico deve ser aplicado às transões com pagamento baseado em ões por meio das quais produtos ou serviços são adquiridos por uma entidade. Os produtos incluem estoques, materiais de consumo, itens do imobilizado, ativos intangíveis ou outros ativos não financeiros. Contudo, a entidade não deve aplicar este Pronunciamento Técnico às transões por meio das quais a entidade adquire produtos que


 

 

integram os ativos líquidos adquiridos em operação de combinação de negócios, conforme definido no Pronunciamento Técnico CPC 15 - Combinação de Negócios, em combinação de entidades ou negócios sob o mesmo controle, conforme descrito nos itens B1 a B4 do Pronunciamento Técnico CPC 15, ou quando da contribuição de negócio na formação de empreendimento controlado em conjunto, conforme definido no Pronunciamento Técnico CPC 19 - Negócios em Conjunto. Assim, a emissão de instrumento patrimonial em combinação de negócios para efetivar a obtenção do controle de outra entidade não está dentro do alcance deste Pronunciamento Técnico. Apesar disso, os instrumentos patrimoniais outorgados aos empregados da entidade adquirida (em retorno pela continuidade dos serviços prestados) é uma transação que está dentro do alcance deste Pronunciamento Técnico. Similarmente, o cancelamento, a substituição ou outra modificação dos acordos com pagamento baseado em ões em decorrência de combinação de negócios ou outra reestruturação socieria devem ser contabilizados de acordo com este Pronunciamento Técnico.  O  Pronunciamento  Técnico  CPC  15   orientação  para  se  determinar   se instrumentos patrimoniais emitidos em combinação de negócios são parte do montante transferido para a obtenção do controle da adquirida (estando portanto dentro do alcance do Pronunciamento Técnico CPC 15) ou se representam um retorno pela continuidade na prestação de serviços para o período s-combinação (estando portanto dentro do alcance deste Pronunciamento Técnico CPC 10). (Alterado pela Revisão CPC 03)

 

6.      Este Pronunciamento não deve ser aplicado às transações com pagamento baseado em ações por meio das quais a entidade recebe ou adquire produtos ou serviços por foa de contrato dentro do alcance dos itens 8 a 10 do Pronunciamento Técnico CPC 39  - Instrumentos Financeiros: Apresentação ou dos itens 5 a 7 do Pronunciamento Técnico CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração.

 

6.      Este pronunciamento não deve ser aplicado às transações com pagamento baseado em ões por meio das quais a entidade recebe ou adquire bens ou serviços por força de contrato dentro do alcance dos itens 8 a 10 do CPC 39 Instrumentos Financeiros: Apresentação ou dos itens

2.4 a 2.7 do CPC 48 Instrumentos Financeiros. (Alterado pela Revisão CPC 12)

 

6A.   Este Pronunciamento Técnico usa o termo valor justo de forma diferente em alguns aspectos da definição de valor justo do Pronunciamento Técnico CPC 46 Mensuração do Valor Justo. Portanto, quando for aplicar este Pronunciamento Técnico, a entidade deve mensurar o valor justo de acordo com este Pronunciamento Técnico, e não pelo Pronunciamento Técnico CPC

46. (Incluído pela Revisão CPC 03)

 

Reconhecimento

 

7.      A entidade deve reconhecer os produtos ou os serviços recebidos ou adquiridos em transão com pagamento baseado em ões quando ela obtiver os produtos ou à medida que receber os serviços. Em contrapartida, a entidade deve reconhecer o correspondente aumento do patrimônio líquido se os produtos ou serviços forem recebidos em transão com pagamento baseado em ões liquidada em instrumentos patrimoniais, ou deve reconhecer um passivo, se os produtos ou serviços forem adquiridos em transação com pagamento baseado em ões liquidada em caixa (ou com outros ativos).


 

 

8.      Os produtos ou serviços recebidos ou adquiridos em transação com pagamento baseado em ões que não se qualifiquem para fins de reconhecimento como ativos, devem ser reconhecidos como despesa do período.

 

9.      Normalmente, uma despesa surge do consumo de produtos ou serviços. Por exemplo, serviços são normalmente consumidos imediatamente e, nesse caso, a despesa deve ser reconhecida à medida que a contraparte presta os serviços. Produtos podem ser consumidos ao longo de um período de tempo ou, no caso de estoques, vendidos em data futura e, nesse caso, a despesa deve ser reconhecida quando os produtos forem consumidos ou vendidos. Contudo, por vezes, pode ser necessário reconhecer a despesa antes de os produtos ou serviços serem consumidos ou vendidos, em função de eles não se qualificarem como ativo para fins de reconhecimento. Por exemplo, a entidade pode adquirir produtos como parte da fase de pesquisa de projeto de desenvolvimento de novo produto. Apesar de referidos produtos não terem sido consumidos, eles podem não se qualificar como ativo para fins de reconhecimento, de acordo com Pronunciamentos Técnicos do CPC ou outras normas contábeis aplicáveis ao caso.

 

Transação com pagamento baseado em ações liquidada com instrumentos patrimoniais

 

Visão geral

 

10.    Para transações com pagamento baseado em ões liquidadas pela entrega de instrumentos patrimoniais,  a entidade  deve mensurar os  produtos  ou  serviços  recebidos,  e aumento correspondente no patrimônio líquido, de forma direta, pelo valor justo dos produtos ou serviços recebidos, a menos que o valor justo não possa ser estimado com confiabilidade. Se a entidade não consegue mensurar com confiabilidade o valor justo dos produtos e serviços recebidos, ela deve mensurar os seus respectivos valores justos, e o correspondente aumento no patrimônio líquido, de forma indireta, tomando como base1 o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados.

 

11.    Para fins de aplicação do item 10 às transações com empregados e outros prestadores de serviços similares2, a entidade deve mensurar o valor justo dos serviços recebidos tomando como base o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados, uma vez que normalmente não é possível estimar com confiabilidade o valor justo dos serviços recebidos, conforme explicado no item 12. O valor justo desses instrumentos patrimoniais deve ser mensurado na

data de outorga.

 

12.    Via de regra, ões, opções de ações ou outros instrumentos patrimoniais são outorgados aos empregados  como parte do pacote de remuneração destes, adicionalmente aos salários e outros benecios. Normalmente, não é possível mensurar, de forma direta, os serviços recebidos por componentes específicos do pacote de remuneração dos empregados. Pode não

 

 

 

Este Pronunciamento Técnico utiliza a sentença tomando como base” ao invés de pelo”, em decorrência de a transação  ser  objetivamente mensurada pela  multiplicação do  valojusto  do  instrumento patrimonial outorgado, mensurado na data especificada nos itens 11 ou 13 (qualquer que seja aplicável ao caso), pelo número de instrumentos patrimoniais que atendem a condição de aquisição de direito (that vest), conforme explicado no item 19.

 Nos itensubsequentes deste Pronunciamento Técnico, as  referências aos empregados incluem também outros prestadores de servos similares.


 

 

ser possível também mensurar o valor justo do pacote de remuneração como um todo de modo independente, sem se mensurar diretamente o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados. Ademais, ações e opções de ões são, por vezes, outorgadas como parte de acordo de pagamento de bônus, em vez de serem outorgadas como parte da remuneração básica dos empregados. Objetivamente, trata-se de incentivo para que os empregados permaneçam nos quadros da entidade ou de pmio por seus esforços na melhoria do desempenho da entidade. Ao beneficiar os empregados com a outorga de ões ou opções de ões, adicionalmente a outras formas de remuneração, a entidade visa a obter benecios marginais. Em função da dificuldade de mensuração direta do valor justo dos serviços recebidos, a entidade deve mensurá-los de forma indireta, ou seja, deve tomar como base o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados.

 

13.    Para fins de aplicação do disposto no item 10 às transações com outras partes que não os empregados, deve haver a premissa refutável de que o valor justo dos produtos ou serviços recebidos pode ser estimado com confiabilidade. Dessa forma, o valor justo destes deve ser mensurado na data em que a entidade obtém os produtos ou em que a contraparte presta os serviços. Em casos raros, a entidade deve refutar essa premissa porque ela não consegue mensurar com confiabilidade o valor justo dos produtos ou serviços recebidos, quando então deve mensurar os produtos ou serviços recebidos, e o correspondente aumento do patrimônio líquido,  indiretamente,  ou  seja,  tomando  como  base  o  valor  justo  dos  instrumentos patrimoniais outorgados, mensurados na data em que a entidade obtém os produtos ou a contraparte presta os serviços.

 

13A. Particularmente, se a contrapartida identifivel recebida (qualquer que seja) pela entidade parecer ser inferior ao valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados ou do que o passivo incorrido, tipicamente essa situação indica que outras contrapartidas (isto é, produtos ou serviços não identifiveis) tenham sido (ou serão) recebidas pela entidade. A entidade deve mensurar os produtos e serviços identificáveis recebidos de acordo com este Pronunciamento Técnico. A entidade deve mensurar os produtos e serviços não identificáveis recebidos (ou a serem recebidos) por meio da diferença entre o valor justo do pagamento baseado em ações e o valor justo de quaisquer produtos ou serviços recebidos (ou a serem recebidos). A entidade deve mensurar os produtos e serviços não identificáveis recebidos na data de sua outorga. Entretanto, para transões liquidadas em caixa, o passivo deve ser remensurado ao término de cada período de reporte, até que ele seja liquidado de acordo com os itens 30 a 33.

 

Transação por meio da qual serviços são recebidos

 

14.   Se o direito aos instrumentos patrimoniais outorgados for, de imediato, adquirido (vest immediately), então a contraparte não é exigida a completar um período de tempo específico de prestação de serviços antes de se tornar titular incondicional desses instrumentos patrimoniais.  Na  ausência  de  evidência  em  contrário,  entidade  deve  presumir  que  os serviços prestados pela contraparte são a contrapartida pelos instrumentos patrimoniais outorgados. Nesse caso, na data da outorga, a entidade deve reconhecer a totalidade dos serviços recebidos, com o correspondente aumento do patrimônio líquido.

 

15.    Se o direito aos instrumentos patrimoniais outorgados não for adquirido (do not vest) até que a


 

 

contraparte complete um período de tempo específico de prestação de serviços, a entidade deve presumir que os serviços a serem prestados pela contraparte, econtrapartida aos instrumentos patrimoniais outorgados, serão recebidos no futuro, ao longo do período de aquisição de direito (vesting period). A entidade deve contabilizar os serviços prestados pela contraparte à medida que são prestados, ao longo do período de aquisição de direito (vesting period), com o correspondente aumento do patrimônio líquido. Por exemplo:

 

(a)  se a um empregado forem outorgadas opções de ões condicionadas ao cumprimento de três anos de serviços, então a entidade deve presumir que os serviços a serem prestados pelo empregado, em contrapartida às opções de ões, serão recebidos no futuro, ao longo dos três anos estabelecidos como período de aquisição de direito (vesting period);

 

(b)  se a um empregado forem outorgadas opções de ões condicionadas ao alcance de metas de desempenho (performance condition) e à sua permanência nos quadros funcionais da entidade até que as metas de desempenho sejam alcançadas (performance condition is satisfied), e a duração do período de aquisição de direito (vesting period) variar dependendo de quando as metas de desempenho (performance condition) forem alcançadas, a entidade deve presumir que os serviços a serem prestados pelo empregado, em contrapartida às opções de ões outorgadas, serão recebidos no futuro, ao longo do período esperado de aquisição de direito (vesting period). A entidade deve, na data da outorga, estimar a duração do período de aquisição de direito (vesting period), com base no resultado mais provável da condição de desempenho. Se a condição de desempenho for uma condição de mercado, a estimativa da duração do período de aquisão de direito (vesting period) deve ser consistente com as premissas utilizadas na estimativa do valor justo das opções outorgadas, e não deve ser subsequentemente revisada. Se a condição de desempenho não for uma condição de mercado, a entidade, se necessário, deve revisar a estimativa da duração do período de aquisição de direito (vesting period), caso informações subsequentes indiquem que a duração desse período difere de estimativas anteriores.

 

Transação mensurada com base no valor justo do instrumento patrimonial outorgado

 

Determinação do valor justo do instrumento patrimonial outorgado

 

16.    Para  transações  mensuradas  com  base  no  valor  justo  dos  instrumentos  patrimoniais outorgados, a entidade deve mensurar o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados na data da mensuração, baseando-se nos preços de mercado se disponíveis, levando em consideração os termos e condições sob os quais os instrumentos patrimoniais foram outorgados (sujeito às exigências dos itens 19 a 22).

 

17.    Se os preços de mercado não estiverem disponíveis, a entidade deve estimar o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados utilizando técnica de avaliação para estimar a que preço os respectivos instrumentos patrimoniais poderiam ser negociados, na data da mensuração, em uma transação sem favorecimentos, entre partes conhecedoras do assunto e dispostas a negociar. A técnica de avaliação deve ser consistente com as metodologias de avaliação generalizadamente aceitas para precificar instrumentos financeiros, e deve incorporar todos os fatores e premissas que participantes do mercado, conhecedores do assunto e dispostos a negociar, levariam em consideração no estabelecimento do preço (sujeito às exigências dos


 

 

itens 19 a 22).

 

18.    O Apêndice B contém orientões adicionais para a mensuração do valor justo de ões e de opções de ações, com foco nos termos e condições específicos que são características comuns da outorga de ões ou de opções de ões a empregados.

 

Tratamento da condição de aquisição de direito

 

19.    A outorga de instrumentos patrimoniais pode ser condicional, sujeitando-se ao cumprimento de  condições  de  aquisição  de  direito  especificadas  (vesting  conditions).  Por  exemplo,  a outorga de ões ou opções de ações ao empregado está normalmente condicionada à permanência do empregado na entidade por determinado período de tempo. Além disso, podem existir condições de desempenho a serem atendidas, tais como o alcance de determinado  crescimento  nos  lucros  ou  de determinado  aumento  no  preçdaaçõeda entidade. As condições de aquisição, desde que não sejam condições de mercado, não devem ser levadas em conta quando da estimativa do valor justo das ões ou das opções de ões na data da mensuração. Por outro lado, as condições de aquisição de direito devem ser consideradas no ajuste do número de instrumentos patrimoniais incluídos na mensuração do valor  da transação,  de  tal  forma que o  montante reconhecido  dos  produtos  ou  serviços, recebidos em contrapartida aos instrumentos patrimoniais outorgados, seja estimado com base na quantidade de instrumentos patrimoniais para os quais o direito seja eventualmente adquirido (eventually vest). Assim, em bases cumulativas, nenhum valor deve ser reconhecido para  os  produtos  ou  serviços  recebidos  se  os  instrumentos  patrimoniais  outorgados  não tiverem o direito adquirido (do not vest) em razão do não atendimento das condições de aquisição  de  direito.  Por  exemplo,  contraparte  não  cumpriu  o  prazo  especificado  de prestação  de serviços  ou  a condição  de desempenho  não  foi  alcançadasujeitando-se às exigências do item 21.

 

19.    A outorga de instrumentos patrimoniais pode ser condicional, sujeitando-se ao cumprimento de  condições  de  aquisição  de  direito  especificadas  (vesting  conditions).  Por  exemplo,  a outorgdões  ou  opções  de  compra  de  ões  ao  empregado  está  normalmente condicionada à permanência do empregado na entidade por determinado período de tempo. Além disso, podem existir condições de desempenho a serem atendidas, tais como o alcance de determinado crescimento nos lucros ou de determinado aumento no preço das ões da entidade. As condições de aquisição, desde que não sejam condições de mercado, não devem ser levadas em conta quando da estimativa do valor justo das ões ou das opções de compra de ões na data da mensuração. Por outro lado, as condições de aquisição de direito, desde que não sejam condições de mercado, devem ser consideradas no ajuste do número de instrumentos patrimoniais incluídos na mensuração do valor da transação, de tal forma que o montante reconhecido dos produtos ou serviços, recebidos em contrapartida aos instrumentos patrimoniais outorgados, seja estimado com base na quantidade de instrumentos patrimoniais para os  quais  o  direito  seja eventualmente adquirido  (eventually vest).  Assimem  bases cumulativas, nenhum valor deve ser reconhecido para os produtos ou serviços recebidos, se os instrumentos patrimoniais outorgados não tiverem o direito adquirido (do not vest) em razão do não atendimento das condições de aquisição de direito, desde que não sejam condições de mercado,  por  exemplo,  a contraparte não  cumpriu  o  prazespecificado  de prestação  de serviços ou a condição de desempenho não foi alcançada, sujeitando-se às exigências do item


 

 

21. (Alterado pela Revisão CPC 12)

 

20.    Para fins de aplicação do disposto no item 19, a entidade deve reconhecer o montante relativo aos produtos ou serviços recebidos durante o período de aquisão de direito (vesting period), baseando-se na melhor estimativa disponível sobre a quantidade de instrumentos patrimoniais dos quais se espera a aquisição de direito (expected to vest), devendo revisar tal estimativa sempre que informões subsequentes indicarem que o número esperado de instrumentos patrimoniais que irão proporcionar a aquisição de direito se diferente da estimativa anterior. Na data da aquisão do direito (vesting date), a entidade deve revisar a estimativa de forma a igualar o número de instrumentos patrimoniais que efetivamente proporcionaram a aquisição de direito (ultimately vested), sujeitando-se às exigências do item 21.

 

21.    As condições de mercado, como, por exemplo, o preço alvo a partir do qual o direito de aquisição (ou o direito de exercício) das ações está condicionado, devem ser consideradas quando da estimativa do valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados. Portanto, para a  outorga  de  instrumentos  patrimoniais  com  condições  de  mercado,  a  entidade  deve reconhecer os produtos ou serviços recebidos da contraparte que satisfaça todas as demais condições de aquisão de direito (por exemplo, serviços recebidos de empregado que prestou serviços ao longo do período especificado), independentemente de as condições de mercado terem sido satisfeitas.

 

Tratamento da condição de não aquisição de direito

 

21A. De forma similar, a entidade deve considerar todas as condições de não aquisição de direito quando estimar o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados. Portanto, para a outorga de instrumentos patrimoniais sujeitos a condições de não aquisição de direito, a entidade deve reconhecer os produtos e serviços recebidos de contraparte que cumpriu todas as condições de aquisão de direito, que não sejam condições de mercado (por exemplo, serviços recebidos de empregado que prestou serviços ao longo do período especificado), independentemente de as condições de não aquisão de direito terem sido satisfeitas.

 

Tratamento da característica de concessão automática

 

22.    No  caso  de  opções  com  característica  de  concessão  automática,  essa  característica  de concessão automática não deve ser considerada quando da estimativa do valor justo das opções  outorgadas,  na  data da mensuração.  Em  vez  disso,  a característica de concessão automática deve ser contabilizada como nova opção outorgada, se e quando uma opção com característica de concessão automática for subsequentemente outorgada.

 

Após a data de aquisição de direito

 

23.    Após o reconhecimento dos produtos e serviços recebidos, em conformidade com os itens 10 a 22, e o correspondente aumento no patrimônio líquido, a entidade não deve fazer nenhum ajuste subsequente no patrimônio líquido após a data de aquisição de direito. Por exemplo, a entidade não deve subsequentemente reverter o montante reconhecido dos serviços recebidos de empregado se os instrumentos patrimoniais que gerarem o direito de aquisição tiverem, mais tarde, prescrito referido direito, ou ainda, no caso de opções de ões, se estas não forem


 

 

exercidas (expirarem). Contudo, essa exigência não elimina a necessidade do reconhecimento, pela entidade, da transferência dentro do patrimônio líquido, ou seja, a transferência de um componente para outro dentro do patrimônio líquido.

 

 

Valor justo do instrumento patrimonial não pode ser mensurado com confiabilidade

 

24.    As exigências contidas nos itens 16 a 23 devem ser aplicadas quando a entidade é exigida a mensurar a transação com pagamento baseado em ões tendo por refencia o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados. Em casos raros, a entidade pode não ser capaz de estimar com confiabilidade o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados, na data da mensuração, conforme requerido nos itens 16 a 22. Somente nesses raros casos, a entidade deve alternativamente:

 

(a)  mensurar os instrumentos patrimoniais pelo seu valor intrínseco, inicialmente na data em que a entidade obtém os produtos ou a contraparte presta os serviços e, posteriormente, ao rmino de cada peodo de reporte da entidade e na data da liquidação final, devendo ser  reconhecida  no  resultado  do  período  qualquer  mudança  no  valor  intrínseco.  Na outorga de opções de ações, a liquidação final do acordo com pagamento baseado em ões ocorre quando as opções são efetivamente exercidas, quando têm o direito de exercício prescrito (por exemplo, quando há o desligamento do empregado) ou quando expiram (por exemplo, após o término do prazo fixado para exercício da opção); ou

 

(b)  reconhecer os produtos ou serviços recebidos com base na quantidade de instrumentos patrimoniais que proporcionarem a aquisição de direito (ultimately vest) ou (se aplicável) que forem efetivamente exercidos. Ao aplicar essa exigência ao caso de opções de ões, por exemplo, a entidade deve reconhecer os produtos ou serviços recebidos durante o período de aquisição de direito (vesting period), se houver, em conformidade com o disposto nos itens 14 e 15, exceto as exigências contidas no item 15(b) sobre condições de mercado, que não são apliveis. O valor reconhecido para os produtos ou serviços recebidos durante o peodo de aquisição de direito (vesting period) deve ser apurado com base  no  número  de  opções  dações  que  tenha  a  expectativa  de  adquirir  o  direito (expected to vest). A entidade deve revisar sua estimativa sempre que informações subsequentes indicarem que o número esperado de opções de ações que proporcionará a aquisição  de  direito  (expected  to  vest)  divergir  da  estimativa  anterior.  Na  data  da aquisição de direito (vesting date), a entidade deve revisar sua estimativa para igualar o número  de  instrumentos  patrimoniais  que  efetivamente  proporcionou  aquisição  de direito (ultimately vested). Após a data de aquisão de direito (vesting date), a entidade deve reverter o montante reconhecido para os produtos ou serviços recebidos se as opções de ações posteriormente tiverem o direito de exercício prescrito ou expirarem após o término do prazo fixado para exercício da opção.

 

25.    Se a entidade aplicar o item 24, não é necessário aplicar o disposto nos itens 26 a 29 porque quaisquer modificões nos termos e condições sob os quais os instrumentos patrimoniais da entidade são outorgados devem ser levadas em consideração quando da aplicação do método do valor intrínseco tratado no item 24. Contudo, se a entidade liquidar uma outorga de instrumentos patrimoniais para a qual o item 24 tenha sido aplicado:

 

(a)  se a liquidação ocorrer durante o período de aquisição de direito (vesting period), a


 

 

entidade deve contabilizar a liquidação como aceleração do período de aquisição de direito e, portanto, deve reconhecer imediatamente o montante que seria reconhecido como serviços recebidos ao longo do período remanescente de aquisão de direito;

 

(b) qualquer pagamento feito na liquidação deve ser contabilizado como recompra de instrumentos patrimoniais, ou seja, em conta redutora do patrimônio líquido, exceto se o pagamento exceder o valor intrínseco dos instrumentos patrimoniais mensurado na data da recompra. Qualquer excedente deve ser reconhecido como despesa do período.

 

Modificação nos termos e condições sob os quais o instrumento patrimonial foi outorgado, incluindo cancelamento e liquidação

 

26.    A entidade pode modificar os termos e condições sob os quais os instrumentos patrimoniais foram outorgados. Por exemplo, ela pode reduzir o preço de exercício das opções outorgadas a empregados (isto é, reprecificar as opções), o que aumenta o valor justo dessas opções. As exigências contidas nos itens 27 a 29 para contabilizar os efeitos das modificações estão no contexto das transações com pagamento baseado em ões com empregados. Contudo, tais exigências devem ser aplicadas também às transações com pagamento baseado em ões com outras partes, que não sejam os empregados, que são mensuradas por meio do valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados. Nesse último caso, qualquer referência contida nos itens 27 a 29 à data da outorga deve, ao invés da data da outorga, ser interpretada com relação à data em que a entidade obtém os produtos ou em que a contraparte presta os serviços.

 

27.    entidade  deve  reconhecer,  no  mínimo,  os  serviços  recebidos,  mensurados  na  data  da outorga, pelo valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados, a menos que esses instrumentos patrimoniais não proporcionem a aquisição de direito (do not vest) em função do não cumprimento de alguma condição de aquisão de direito especificada na data da outorga (exceto se for condição de mercado). Isso deve ser aplicado independentemente de quaisquer modificações nos termos e condições sob as quais os instrumentos patrimoniais foram outorgados, ou de cancelamento ou liquidação da outorga dos instrumentos patrimoniais. Adicionalmente, a entidade deve reconhecer os efeitos das modificações que resultarem no aumento do valor justo dos acordos com pagamento baseado em ões ou que, de outra forma, vierem a beneficiar os empregados. No Apêndice B, figuram orientações para aplicação desse procedimento.

 

28.    Se a outorga de instrumento patrimonial for cancelada ou liquidada durante o período de aquisição de direito (exceto quando o cancelamento da outorga ocorrer por decaimento do direito de aquisição, quando as condições de aquisição de direito não forem cumpridas):

 

(a)  a entidade deve contabilizar o cancelamento ou liquidação como acelerão do período de aquisição de direito e, portanto, deve reconhecer imediatamente o montante que seria reconhecido como serviços recebidos ao longo do período remanescente de aquisição de direito;

 

(b)   qualquer pagamento feito ao empregado quando do cancelamento ou da liquidação da outorga deve ser contabilizado como recompra de instrumento patrimonial, ou seja, em conta redutora do patrimônio líquido, exceto se o pagamento exceder o valor justo do instrumento patrimonial outorgado, mensurado na data da recompra. Qualquer excedente


 

 

deve ser reconhecido como despesa do período. Contudo, se o acordo com pagamento baseado em ões apresentar componentes passivos, a entidade deve remensurar o valor justo do passivo correspondente na data do cancelamento ou da liquidação. Qualquer pagamento feito para liquidar esses componentes passivos deve ser contabilizado como extinção do passivo;

 

(c)  se  novos  instrumentos  patrimoniais  forem  outorgados  aos  empregados  e  na  data  da outorga desses novos instrumentos patrimoniais a entidade identificar os novos instrumentos patrimoniais outorgados como substituição dos instrumentos patrimoniais cancelados, a entidade deve contabilizar a outorga dos novos instrumentos patrimoniais (em substituição aos cancelados) da mesma forma que seria tratada uma modificação dos instrumentos patrimoniais originalmente outorgados, em conformidade com o disposto no item 27 e com as orientações contidas no Apêndice B. O valor justo incremental advindo da nova outorga deve ser a diferença entre o valor justo dos novos instrumentos patrimoniais dados em substituição e o valor justo líquido dos instrumentos patrimoniais cancelados, na data da outorga dos novos instrumentos patrimoniais dados em substituição. O valor justo líquido dos instrumentos patrimoniais cancelados é o seu valor justo, imediatamente antes do cancelamento, menos o montante de qualquer pagamento feito aos empregados, quando do cancelamento dos instrumentos patrimoniais, o qual deve ser contabilizado em conta redutora do patrimônio líquido, em conformidade com o item 28(b). Se a entidade não identificar os novos instrumentos patrimoniais outorgados como substituição dos instrumentos patrimoniais cancelados, a entidade deve contabilizá- los como nova outorga de instrumentos patrimoniais.

 

28A. Se a entidade ou a contraparte puderem optar por atender ou não uma condição de não aquisição  de direito,  a entidade deve tratar essa falha da entidade ou  da contraparte no cumprimento  de  referidcondição  de  não  aquisição  de  direito  ao  longo  do  período  de aquisição de direito (vesting period), como cancelamento.

 

29.    Se a entidade recomprar instrumentos patrimoniais que tenham proporcionado a aquisão de direito (vested equity instruments), o pagamento feito aos empregados deve ser contabilizado em conta redutora do patrimônio líquido, exceto pelo montante que exceder o valor justo dos instrumentos patrimoniais recomprados, mensurado na data da recompra. Qualquer excesso deve ser reconhecido como despesa do período.

 

Transação com pagamento baseado em ações liquidadas em caixa

 

30.    Para transações com  pagamento baseado  em ações liquidadaem  caixa a entidade deve mensurar os produtos ou serviços adquiridos e o passivo incorrido por meio do valor justo do passivo. Até que o passivo seja liquidado, a entidade deve remensurar o valor justo do passivo ao rmino da cada peodo de reporte e na data da liquidação, sendo que quaisquer mudanças no valor justo devem ser reconhecidas no resultado do período.

 

30.    Para transões com pagamento baseado em ações liquidadas em caixa, a entidade deve mensurar os bens ou serviços adquiridos e o passivo incorrido por meio do valor justo do passivo, sujeito às exigências dos itens 31 a 33D. Até que o passivo seja liquidado, a entidade deve remensurar o valor justo do passivo ao rmino da cada período de reporte e na data da


 

 

liquidação, sendo que quaisquer mudanças no valor justo devem ser reconhecidas no resultado do período. (Alterado pela Revisão CPC 12)

 

31.    Por exemplo, a entidade pode outorgar direitos sobre a valorização de suas ões aos seus empregados como parte do pacote de remunerão destes. Assim, os empregados passam a ter o direito a receber futuros pagamentos de caixa (em vez de instrumento patrimonial), com base no aumento do preço das ões da entidade, a partir de um nível especificado, ao longo de um período de tempo também especificado. Alternativamente, a entidade pode outorgar aos seus empregados o direito a receber futuros pagamentos em caixa, outorgando-lhes o direito às ações (incluindo as ações a serem emitidas por ocasião do exercício das opções de ões), que sejam resgatáveis, ou de forma compulsória (isto é, ao término do contrato de trabalho), ou por opção do empregado.

 

31.    Por exemplo, a entidade pode outorgar direitos sobre a valorização de suas ões aos seus empregados como parte do pacote de remunerão destes. Assim, os empregados passam a ter o direito a receber futuros pagamentos de caixa (em vez de instrumento patrimonial), com base no aumento do preço das ões da entidade, a partir de um nível especificado, ao longo de período de tempo também especificado. Alternativamente, a entidade pode outorgar aos seus empregados o direito a receber futuros pagamentos em caixa, outorgando-lhes o direito às ões (incluindo asões a serem emitidas por ocasião do exercício das opções de ões), que sejam resgaveis, ou de forma compulsória (por exemplo, no rmino do contrato de trabalho), ou por opção do empregado. Esses acordos são exemplos de transações de pagamento baseado em ões liquidadas em caixa. Os direitos de valorização das ões são utilizados para ilustrar alguns dos requisitos dos itens 32 a 33D. Contudo, os requisitos nesses itens devem ser aplicados a todas as transações de pagamento baseado em ões liquidadas em caixa. (Alterado pela Revisão CPC 12)

 

32.    entidade  deve  reconhecer  os  serviços  recebidos,  e  o  passivo  correspondente  a  esses serviços, à medida que os serviços são prestados pelos empregados. Por exemplo, alguns direitos sobre valorizão de ões proporcionam a aquisição de direito imediatamente (vest immediately), e os empregados não são obrigados a completar determinado tempo de serviço para se tornarem habilitados a receber futuros pagamentos em caixa. Na ausência de evidência em contrário, a entidade deve presumir que os serviços prestados pelos empregados, em contrapartida aos direitos sobre a valorização de ões, tenham sido recebidos. Assim, a entidade deve reconhecer imediatamente os serviços recebidos e o passivo correspondente a esses serviços. Se os direitos sobre a valorização de ões não proporcionarem a aquisição de direito (do not vest) até que os empregados tenham completado o período de serviço especificado, a entidade deve reconhecer os serviços recebidos e o passivo correspondente a esses serviços à medida que os serviços forem sendo prestados pelos empregados, ao longo desse período especificado.

 

33.    O passivo deve ser mensurado, inicialmente e ao rmino de cada período de reporte, a a sua liquidação, pelo valor justo dos direitos sobre a valorização de ões, mediante a aplicação de modelo de precificação de opções e considerando os termos e condições sob os quais os direitos sobre a valorização de ões foram outorgados, e na extensão em que os serviços tenham sido prestados pelos empregados a a data.


 

 

33.    O passivo deve ser mensurado, inicialmente e ao rmino de cada período de reporte, a a sua liquidação, pelo valor justo dos direitos sobre a valorizão de ões, mediante a aplicação de modelo de precificação de opções e considerando os termos e condições sob os quais os direitos sobre a valorização de ões foram outorgados, e na extensão em que os serviços tenham sido prestados pelos empregados a a data, sujeito às exigências dos itens 33A a 33D. A entidade pode modificar os termos e as condições nos quais o pagamento baseado em ações liquidado em caixa é concedido. As diretrizes para a modificação de transação de pagamento baseado em ões que altera sua classificação de liquidada para liquidada por ações são apresentadas nos itens B44A a B44C no Apêndice B. (Alterado pela Revisão CPC 12)

 

Tratamento das condições de aquisição e não aquisição

 

33A. A transação de pagamento baseada em ações liquidada em caixa pode estar condicionada à satisfação de condições de aquisição especificadas. Pode haver condições de desempenho que devem ser satisfeitas, como a entidade atingir o crescimento especificado no lucro ou o aumento especificado no preço da ação da entidade. As condições de aquisição, que não as condições de mercado, não devem ser consideradas na estimativa do valor justo do pagamento baseado em ões liquidado em caixa na data da mensuração. Em vez disso, as condições de aquisição, que não as condições de mercado, devem ser consideradas ajustando o número de pmios incluídos na mensuração do passivo decorrente da transação. (Incluído pela Revisão CPC

12)

 

33B. Para aplicar os requisitos do item 33A, a entidade deve reconhecer o valor para os bens ou serviços recebidos durante o período de aquisição. Esse montante deve se basear na melhor estimativa disponível do número de pmios que se espera adquirir. A entidade deve rever essa estimativa, se necessário,  se informões  subsequentes  indicarem  que número de pmios que se espera adquirir difere das estimativas anteriores. Na data da aquisão, a entidade deve rever a estimativa para igualar o número de pmios que, em última instância, foram adquiridos. (Incluído pela Revisão CPC 12)

 

33C. As condições de mercado, tais como a meta do preço da ação a que está condicionada a aquisição (ou a capacidade de exercício) e as condições de não aquisição, devem ser levadas em conta na estimativa do valor justo do pagamento baseado em ões e na mensuração do valor justo no final de cada período de relatório e na data da liquidação. (Incluído pela Revisão CPC 12)

 

33D. Como resultado da aplicação dos itens 30 a 33C, o valor acumulado final, reconhecido para bens ou serviços recebidos como contrapartida do pagamento baseado em ões liquidado em caixa, deve ser igual ao caixa que é pago. (Incluído pela Revisão CPC 12)

 

Operação de pagamento baseado em ações com característica de liquidação pelo líquido com retenção de tributos na fonte

 

33E. Leis ou regulamentos fiscais podem obrigar a entidade a reter uma quantia pela obrigação fiscal de empregado associada ao pagamento baseado em ões e a transferir esse montante, normalmente em caixa, para a autoridade fiscal em nome do empregado. Para cumprir essa obrigação, os termos do acordo de pagamento baseado em ações podem permitir ou exigir que


 

 

a entidade retenha o número de instrumentos patrimoniais igual ao valor monetário da obrigação tributária do empregado do número total de instrumentos de capital que, de outra forma, teria sido emitido ao empregado no exercício (ou aquisição) do pagamento baseado em ões (ou seja, o acordo de pagamento baseado em ões tem o "critério de liquidação pelo valor líquido"). (Incluído pela Revisão CPC 12)

 

33F.  Como  exceção  às  exigências  do  item  34,  a  transação  descrita  no  item  33E  deve  ser classificada na sua totalidade como transação de pagamento baseado em ões liquidada por ões, se tivesse sido classificada dessa forma na ausência da característica de liquidação pelo valor líquido. (Incluído pela Revisão CPC 12)

 

33G. A entidade deve aplicar o item 29 para contabilizar a retenção dos recursos de ões para o pagamento à autoridade fiscal da obrigação fiscal do empregado associada ao pagamento baseado  eações.  Por  conseguinte,  o  pagamento  efetuado deve ser contabilizado  como dedução do capital próprio para as ões retidas, exceto na medida em que o pagamento exceda o valor justo na data da liquidação pelo valor líquido dos instrumentos patrimoniais próprios retidos. (Incluído pela Revisão CPC 12)

 

33H. A exceção no item 33F não se aplica a:

 

(a)  acordo de pagamento baseado  em açõecom  característica de liquidação pelo valor líquido para o qual não nenhuma obrigação para a entidade, de acordo com leis ou regulamentos  tributários,  de  reter  o  montante  relativo  à  obrigação  tributária  do empregado associada a esse pagamento baseado em ações; ou

 

(b)  qualquer instrumento patrimonial que a entidade retenha em excesso da obrigação fiscal do empregado associada ao pagamento baseado em ões (ou seja, a entidade reteve um montante de ões que excede o valor monetário da obrigação fiscal do empregado). Essas ões retidas em excesso devem ser contabilizadas como pagamento baseado em ões liquidado em caixa quando esse valor for pago em caixa (ou outros ativos) ao empregado. (Incluído pela Revisão CPC 12)

 

Transação com pagamento baseado em ações com alternativa de liquidação em caixa

 

34.    Para transões com pagamento baseado em ões cujos termos do acordo contratual facultem à entidade ou à contraparte a opção de escolher se a liquidação se em caixa (ou outros ativos) ou por meio da emissão de instrumentos patrimoniais, a entidade deve contabilizar essas transões, ou seus componentes, como transação com pagamento baseado em ações com liquidação em caixa se, e na extensão em que, a entidade tiver incorrido em passivo para ser liquidado em caixa ou outros ativos, ou como transação com pagamento baseado em ações com liquidação em instrumentos patrimoniais se, e na extensão em que, nenhum passivo tenha sido incorrido pela entidade.

 

Transação com pagamento baseado em ações cujos termos do acordo permitem à contraparte a escolha da forma de liquidação


 

 

35.    Se  a  entidade  tiver  outorgado  à  contraparte  o  direito  de  escolher  se  a  transação  com pagamento  baseado  em  ões  será  liquidada  em  caixa3   ou  por  meio  da  emissão  de instrumentos patrimoniais, a entidade terá outorgado um instrumento financeiro composto, o qual apresenta um componente de dívida (ou seja, o direito de a contraparte requerer  o pagamento em caixa) e um componente de patrimônio líquido (ou seja, o direito de a contraparte demandar a liquidação em instrumentos patrimoniais  em vez  de caixa). Para transações firmadas com outras partes que não sejam os empregados, por meio das quais o valor justo dos produtos ou serviços recebidos é diretamente mensurado, a entidade deve

mensurar o componente de patrimônio líquido do instrumento financeiro composto por meio da diferença entre o valor justo dos produtos ou serviços recebidos e o valor justo do componente de dívida, na data em que os produtos ou serviços forem recebidos.

 

36.    Para outras transões, incluindo as transações com empregados, a entidade deve mensurar o valor justo do instrumento financeiro composto na data da mensuração, levando em consideração os termos e condições sob os quais os direitos ao caixa ou aos instrumentos patrimoniais foram outorgados.

 

37.    Para aplicar o item 36, a entidade deve primeiramente mensurar o valor justo do componente de dívida e depois mensurar o valor justo do componente de patrimônio líquido, levando em consideração que a contraparte tem de perder o direito a receber caixa a fim de receber o instrumento patrimonial. O valor justo do instrumento financeiro composto é a soma dos valores justos dos dois componentes. Contudo, as transações com pagamento baseado em ões em que a contraparte pode optar pela forma de liquidação são usualmente estruturadas de tal modo que o valor justo da alternativa de liquidação é o mesmo que o da outra. Por exemplo, a contraparte pode optar pelo recebimento de opções de ões ou direitos sobre a valorização de ões liquidadas em caixa. Em tais casos, o valor justo do componente de patrimônio líquido é zero e, consequentemente, o valor justo do instrumento financeiro composto é o mesmo que o do componente de dívida desse instrumento. De modo oposto, se os valores justos das alternativas de liquidação forem diferentes, o valor justo do componente de patrimônio líquido usualmente será maior que zero e, nesse caso, o valor justo do instrumento financeiro composto semaior que o valor justo do componente de dívida desse instrumento.

 

38.    A  entidade  devcontabilizar  separadamente  os  produtos  ou  os  serviços  recebidos  ou adquiridos em relação a cada componente do instrumento financeiro composto. Para o componente de dívida, a entidade deve reconhecer os produtos ou os serviços adquiridos e o passivo correspondente a pagar por referidos produtos ou serviços, à medida que a contraparte forneça os produtos ou preste os serviços, em conformidade com os requerimentos apliveis às transações com pagamento baseado em ões liquidadas em caixa (itens 30 a 33). Para o componente de patrimônio líquido (se houver), a entidade deve reconhecer os produtos ou serviços recebidos, e um aumento do patrimônio líquido, à medida que a contraparte forneça os produtos ou preste os serviços, em conformidade com os requerimentos apliveis às transações com pagamento baseado em ões liquidadas em instrumentos patrimoniais (itens

10 a 29).

 

 

 

3 Nos itens 35 a 43, todas as referências à caixa também consideram outros ativos da entidade.


 

 

 

 

39.    Na data da liquidação, a entidade deve remensurar o passivo pelo seu valor justo. Se a entidade emitir instrumentos patrimoniais na liquidação, em vez de liquidar a operação com o pagamento em caixa, o passivo deve ser transferido diretamente para o patrimônio líquido, em contrapartida à emissão de instrumentos patrimoniais.

 

40.    Se, no momento da liquidação, a entidade pagar em caixa em vez de emitir instrumentos patrimoniais, esse pagamento deve ser utilizado para liquidar todo o passivo. Qualquer componente de patrimônio líquido previamente reconhecido deve permanecer dentro do patrimônio líquido. Por ter optado pelo recebimento em caixa na liquidação, a contraparte perde o direito ao recebimento em instrumentos patrimoniais. Contudo, essa exigência não elimina a necessidade de a entidade reconhecer uma transferência dentro do patrimônio líquido, isto é, de um componente para outro dentro do patrimônio líquido.

 

Transação com pagamento baseado em ações cujos termos do acordo permitem à entidade a escolha da forma de liquidação

 

41.    Para a transação com pagamento baseado em ações cujos termos e condições do acordo permitam à entidade optar pela liquidação da transação em caixa ou por meio da emissão de instrumentos patrimoniais, a entidade deve avaliar se ela tem obrigação presente de liquidar em caixa e contabilizar a transação com pagamento baseado em ões em conformidade com essa avaliação. A entidade possui uma obrigação presente de liquidar em caixa se a escolha pela liquidação em instrumentos patrimoniais não tiver substância comercial (em decorrência, por exemplo, de a entidade estar legalmente proibida de emitir ões), ou no caso de a entidade ter uma ptica passada, ou política estabelecida de liquidação em caixa, ou no caso de efetuar generalizadamente a liquidação em caixa sempre quando a contraparte assim o solicitar.

 

42.    Se a entidade tiver uma obrigação presente de liquidar em caixa, ela deve contabilizar essa transação em conformidade com as exigências apliveis às transações com pagamento baseado em ões liquidadas em caixa, conforme disposto nos itens 30 a 33.

 

43.    Se nenhuma obrigação existir, a entidade deve contabilizar essa transação em conformidade com as exigências aplicáveis às transações com pagamento baseado em ações liquidadas com instrumentos patrimoniais, conforme disposto nos itens 10 a 29. Quando da liquidação:

 

(a)  se  a  entidade  optar  por  realizar  a  liquidação  em  caixa,  o  pagamento  deve  ser contabilizado como recompra de participação patrimonial, ou seja, em conta redutora do patrimônio líquido, exceto na situação descrita na alínea (c);

 

(b) se a entidade optar por realizar a liquidação por meio da emissão de instrumentos patrimoniais, nenhum registro contábil é requerido (a não ser a transferência de um componente de patrimônio líquido para outro, se necessário), exceto na situação descrita na alínea (c);

 

(c)  se a entidade optar por realizar a liquidação por meio da alternativa com o maior valor justo, observado na data da liquidação, a entidade deve reconhecer uma despesa adicional em relação ao valor excedente, ou seja, a diferença entre o valor pago em caixa e o valor


 

 

justo dos instrumentos patrimoniais que teriam sido de outra forma emitidos, ou a diferença entre o valor justo dos instrumentos patrimoniais emitidos e o montante em caixa que teria sido de outra forma pago, o que for aplivel.

 

Transação com pagamento baseado em ações entre entidades do mesmo grupo

 

43A. Para transações com pagamento baseado em ões entre entidades do mesmo grupo, em suas demonstrões contábeis separadas ou individuais, a entidade beneficiária dos produtos ou serviços deve mensurar os produtos ou serviços recebidos como transão com pagamento baseado em ões liquidada em instrumentos patrimoniais ou como transação com pagamento baseado em ões liquidada em caixa, após avaliar:

 

(a)  a natureza dos prêmios outorgados; e

 

(b)  seus direitos e obrigões.

 

O montante a ser reconhecido pela entidade beneficria dos produtos ou serviços pode diferir do montante reconhecido pelo grupo consolidado ou por outra entidade do grupo que esteja liquidando a transação com pagamento baseado em ações.

 

43B. A entidade beneficiária dos produtos ou serviços deve mensurar os produtos ou serviços recebidos como transação com pagamento baseado em ações liquidada em instrumentos patrimoniais quando:

 

(a)  os prêmios outorgados forem seus próprios instrumentos patrimoniais; ou

 

(b)  a entidade não tiver qualquer obrigação de liquidar a transação com pagamento baseado em ações.

 

A entidade deve remensurar subsequentemente referida transação com pagamento baseado em ões somente para mudanças em condições de aquisição de direito (vesting conditions) que não sejam condições de mercado em conformidade com o disposto nos itens 19 a 21. Em todas  as  demais  circunstâncias,  a  entidade  beneficria  dos  produtos  ou  serviços  deve mensurar os produtos ou serviços recebidos como transação com pagamento baseado em ões liquidada em caixa.

 

43C. A entidade que esteja liquidando uma transação com pagamento baseado em ões, quando outra entidade do  grupo  for  a beneficria  dos  produtos  ou  serviços,  deve  reconhecer  a operação como transação com pagamento baseado em ações liquidada em instrumentos patrimoniais,  somente no  caso  de  a liquidação  se processar por meio  dos  seus  próprios instrumentos patrimoniais. De outro modo, a operação deve ser reconhecida como transação com pagamento baseado em ações liquidada em caixa.

 

43D. Algumas transações dentro do grupo envolvem acordos intitulados repagamento, por meio dos quais uma entidade do grupo é requerida a pagar a outra entidade do grupo para fazer face a provisões de pagamento baseado em ões a fornecedores de produtos ou serviços. Nesses casos, a entidade beneficria dos produtos ou serviços deve contabilizar a transação com pagamento baseado eões em conformidade com o item 43B, independentemente de acordos de repagamento intragrupo.


 

 

Divulgação

 

44.    A  entidade  deve  divulgar  informações  que  permitam  aos  usuários  das  demonstrões contábeis entender a natureza e a extensão dos acordos com pagamento baseado em ações que existiram durante o peodo.

 

45.    Para tornar efetivo o cumprimento do disposto no item 44, a entidade deve divulgar, no mínimo, o que segue:

 

(a)  descrição de cada tipo de acordo com pagamento baseado em ações que vigorou em algum momento do período, incluindo, para cada acordo, os termos e condições gerais, tais como os requisitos de aquisição de direito, o prazo ximo das opções outorgadas e o método de liquidação (por exemplo, se em caixa ou em instrumentos patrimoniais). A entidade com tipos substancialmente similares de acordos com pagamento baseado em ões pode agregar essa informação, a menos que a divulgação separada para cada acordo seja necessária para atender ao princípio contido no item 44;

 

(b)  a quantidade e o preço médio ponderado de exercício das opções de ões para cada um dos seguintes grupos de opções:

 

(i)  em circulação no início do período; (ii)  outorgadas durante o período;

(iii) com direito prescrito durante o período; (iv) exercidas durante o peodo;

(v)  expiradas durante o peodo;

 

(vi) em circulação no final do período; e

 

(vii) exercíveis no final do período;

 

(c)  para as opções de ões exercidas durante o peodo, o preço médio ponderado das ões na data do exercício. Se as opções forem exercidas em base regular durante todo o período, a entidade pode, em vez disso, divulgar o preço médio ponderado das ações durante o período;

 

(d)  para as opções de ações em circulação no final do período, a faixa de preços de exercício e a média ponderada da vida contratual remanescente. Se a faixa de preços de exercício for muito ampla, as opções em circulação devem ser divididas em faixas que possuam um significado para avaliar a quantidade e o prazo em que ações adicionais possam ser emitidas e o montante em caixa que possa ser recebido por ocasião do exercício dessas opções.

 

46.    A  entidade  deve  divulgar  informações  que  permitam  aos  usuários  das  demonstrões contábeis entender como foi determinado, durante o período, o valor justo dos produtos ou serviços recebidos ou o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados.

 

47.    Se a entidade tiver mensurado o valor justo dos produtos ou serviços recebidos indiretamente, ou seja, tomando como referência o valor justo dos instrumentos patrimoniais outorgados, para tornar efetivo o princípio contido no item 46, a entidade deve divulgar no mínimo o que


 

 

segue:

 

(a)  para opções de ões outorgadas durante o período, o valor justo médio ponderado dessas opções na data da mensuração e informões de como esse valor justo foi mensurado, incluindo:

 

(i)  o modelo de precificação de opções utilizado e os dados de entrada do modelo, incluindo o preço médio ponderado das ões, preço de exercício, volatilidade esperada, vida da opção, dividendos esperados, a taxa de juros livre de risco  e quaisquer dados de entrada do modelo, incluindo o método utilizado e as premissas assumidas para incorporar os efeitos do exercício antecipado esperado;

 

(ii)  como foi determinada a volatilidade esperada, incluindo uma explicação da extensão na qual a volatilidade esperada foi baseada na volatilidade histórica; e

 

(iii) se e como quaisquer outras características da opção outorgada foram incorporadas na mensuração de seu valor justo, como, por exemplo, uma condição de mercado;

 

(b)  para outros instrumentos patrimoniais outorgados durante o período (isto é, outros que não as opções de ões), a quantidade e o valor justo médio ponderado desses instrumentos patrimoniais na data da mensuração, e informações acerca de como o valor justo foi mensurado, incluindo:

 

(i)  se o valor justo não foi mensurado com base no preço de mercado observável, como ele foi determinado;

 

(ii)  se e